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Rare Songs / B-Sides / Promos Print E-mail
Thursday, 12 July 2007

THE PERFECT START (Lyrics/Vocals: Guillermo de Llera)

And the words from the casket they roll,
Flooding masks over baskets; the souls;
Know the last, first and bask in the glow:
Worlds inside living fast, die alone

A few souls in black open holes in the casket, poke their nose and suppose that they know what the flask is, that glows on the table with what only we know. Word locks and secret keys that can only show the ways through the mazes, and the tunnel-blocked caves;

The space through the places, and the funnels lock scenes; the phases in between. The third eye hopes, the higher truth and desires setting fire ropes.

Never to be dealt a real trust; its rust to be

The flow of the masses, to full blown disasters are known to be grown under fool’s tone glasses that state, permeate, rate and debase what the map is: Dash in full scape. Inside mate higher made flying state

Let me simplify: semper fi,
in your eyes I can find no demise:
In your mind otherwise.

Dignified with mind reasons, they blast past the visuals; defining the fine regions their task is residual. Roads blocked; we run past the blame as they flock around the same frame we know not now. It’s the game they play. To raise hell when they don’t want well, their jealousy is a spell that they don’t know well

Let me simplify: semper fi,
in your eyes I can find no demise:
In your mind otherwise.
Never to be dealt a real trust; its rust to be

A few rows in black and they roll with the glasses.
The tarnished they’ve seen, and supposed it’s the mask its
You and I face the unknown task told
A broken heart is a cup of gold

Its strange what we know.
The race is untold,
But made in the soul

Let me simplify: semper fi,
in your eyes I can find no demise:
In your mind otherwise.

Space in place we crash through thy face of the almighty glass church: dash front and back the allrighty all tidy super man race and worse, an idea cursed by the ideal purse purged from the little dirty; they who fight wordy, same ones say steps have long past begun casting shades on the bars, holding up big prisons, big fuckin’ scars, big ‘isms.

Let me simplify: semper fi,
in your eyes I can find no demise:
In your mind otherwise.
Never to be dealt a real trust; its rust to be

 

As Duas Palavras (Música: Primitive Reason, Letras: Guillermo de Llera)
Eu vi e corri;
porque sei bem que quem não dá guerra não vence bem,
e tudo o que vale valor tem
no esforço de quem amor tem pelas cores da vida.
Na dor tem a grande lição de saber quem na verdade é.

Eu vi e corri;
eu vi e senti a gloria de quem bem persiste;
a fúria de quem não desiste.
Vitória é de quem insiste,
e o tal perder não existe.

E quem não sabe levanta do chão.
Quem não conhece o esforço não cresce,
não aparece;
não prova,
não bebe da vida.

Alma Lusa;
quem não perde não tem.
Escusa de ser sempre certo;
Esperto na luta;
decerto de ser decente.
E sem desculpas vencer sempre.

Xiii tanto S’.
S’ de sinónimo,
S’ de sucesso,
S’ de sempre seguir em frente rir;
S’ de sempre sorrir.

Vê que no pior dos momentos só estás na voz;
na foz do tempos que contra nós violentos virão,
mas vê que nunca só estás só não.

Dentro está a esperança e a vontade
da bonança da verdade que é a dança
de um ser positivo,
e querer ser positivo é positivo ser.
E ver positivo é positivo ver.

Eu vi e corri;
porque sei bem que quem não dá guerra não vence bem,
e tudo o que vale valor tem
no esforço de quem amor tem pelas cores da vida.
Na dor tem a grande lição de saber quem na verdade é.

Eu vi e corri;
eu vi e senti a gloria de quem bem persiste;
a fúria de quem não desiste.
Vitória é de quem insiste,
e o tal perder não existe.

E quem veste este fato de guerra
espera que a peste da derrota não lhe espere no fim;
aquela nota é assim.
E com um largo sabor amargo não larga tão rápido assim;
o fim se repete até que por fim um sorriso o derrete;
desaparece longe para onde a mente o esquece.
Só um monge conhece onde o vento intromete-se.

E quem não sabe levanta do chão.
Quem não conhece o esforço não cresce,
não aparece;
não prova,
não bebe da vida.

Bem, quem nos viu também sentiu que perder
não é uma boa maneira de ver,
nem de pensar,
nem de saber nem de…
nem de fazer nada.
Sempre em frente;
Sempre em mente.
Nadar corrente acima até a nascente sentir em cima.

Eu vi e corri;
porque sei bem que quem não dá guerra não vence bem,
e tudo o que vale valor tem
no esforço de quem amor tem pelas cores da vida.
Na dor tem a grande lição de saber quem na verdade é.

Eu vi e corri;
eu vi e senti a gloria de quem bem persiste;
a fúria de quem não desiste.
Vitória é de quem insiste,
e o tal perder não existe.

E tú ameaças,
e tú julgas,
e tú ofereçes.
Digo-te a tudo que não
digo-te não; não

 
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